Adel divulga Relatório Anual de Atividades referente ao ano 2017

 

A Agência de Desenvolvimento Econômico Local (Adel) apresenta, através de seu Relatório Anual 2017, seus resultados, perspectivas e os esforços no cumprimento de sua missão. O ano de 2017 foi especial: o décimo ano de existência da Adel, de uma história impressionante de conquistas e avanços em cenários com grandes desafios; o décimo ano de uma história de resiliência, característica dos ambientes onde a organização atua e que remontam à sua fundação.

A Adel foi criada e desenvolvida por pessoas que têm suas histórias de vida associadas aos contextos em que a organização trabalha diariamente. Há uma relação de intimidade, organicidade e cumplicidade entre aqueles que fazem a instituição e os que são atendidos e beneficiados pelos projetos e ações.

Em 2017, a Adel fortaleceu sua estratégia de desenvolvimento fundamentada na construção de um modelo híbrido de  valor. Em uma frente, a organização reforçou seu papel e compromisso como ONG promotora do desenvolvimento de comunidades rurais por meio do empreendedorismo e do protagonismo de jovens e agricultores, realizando programas e projetos de impacto social sem fins lucrativos.

Em uma segunda frente, concomitante, a Adel gerou valor por meio de suas expertises, ao oferecer a clientes serviços especializados no campo do desenvolvimento rural e local em uma lógica de negócios.

Os resultados financeiros positivos gerados por meio da venda de serviços para clientes é direcionado para o fundo de sustentabilidade e de manutenção dos programas de impacto social da organização, ou seja, para o cumprimento de sua missão. Destacamos que todas as atividades realizadas pela Adel estão alinhadas com os valores institucionais: empreendedorismo, protagonismo social, cooperação e juventude. E que os serviços realizados para clientes são sempre relacionados às expertises construídas pela Adel ao longo de sua experiência e são compatíveis com sua missão.

Essa estratégia retrata um caminho sólido e planejado para a Adel tornar-se uma organização mais consistente e contribui para sua sustentabilidade. Permite que a organização olhe para os próximos anos de trabalho com maior serenidade e a certeza de que seguirá crescendo, dando maior escala à sua atuação e ampliando a qualidade dos programas e ações e, consequentemente, os impactos nas comunidades atendidas.

Em diversas frentes, 2017 foi um ano de avanços, de abertura de novas parcerias e amizades e de consolidação técnica e gerencial da Adel. Com muito orgulho, compartilhamos este documento e reafirmamos o compromisso de construir uma relação transparente com as comunidades, parceiros, aliados, amigos e a sociedade.

Para ter acesso ao relatório completo, acesse o link: https://goo.gl/kLww2e

Boa leitura!

CPFL Renováveis e BNDES visitam Projeto de Segurança Hídrica no Rio Grande do Norte

Sistema de Abastecimento de Água no Assentamento Umburanas, São Miguel do Gostoso/RN

Na última quinta-feira, 24 de maio, a equipe de sustentabilidade da CPFL Renováveis e técnicos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) visitaram o Projeto Segurança Hídrica executado pela Adel com o investimento social da CPFL Renováveis e BNDES no Rio Grande do Norte. O objetivo da visita foi conhecer o Sistema de Abastecimento de Água com dessalinizador e microusina solar no Assentamento Umburanas, no município de São Miguel do Gostoso.

Na ocasião, o Coordenador de Projetos da Adel, Ilys Santos, explicou a comitiva os processos de implantação e funcionamento dos Sistemas e sua importância com o objetivo de garantir o acesso e uso sustentável dos recursos hídricos em áreas rurais do estado do Rio Grande do Norte.

Reunião com beneficiários do Projeto no Assentamento Umburanas, São Miguel do Gostoso/RN

A comitiva também participou de uma reunião com os moradores e beneficiários do Projeto no Assentamento de Umburanas. A Presidente da Associação Comunitária, Maria Nazaré do Nascimento, expressou a alegria e felicidade em ter recebido um projeto tão grandioso. Para ela, a chegada do Projeto “é um sonho, por ter água na torneira todos os dias. Antes, a gente sofria muito. Eram vários dias sem água. É um sonho que estamos realizando”.

Em Umburanas o Sistema implantado é composto por uma rede de abastecimento com 2 km de extensão, recuperação de um poço profundo, um reservatório de 30m³, uma microusina solar com capacidade geradora de 3,24kWp e um dessalinizador que filtrará 250 litros de água por hora. Além das infraestruturas implantadas, a Adel vem atuando no desenvolvimento de capacidades das famílias para a gestão eficiente e sustentável dos recursos hídricos. Os sistemas estão em funcionamento desde fevereiro deste ano.

O Projeto Segurança Hídrica faz parte do Programa Raízes da CPFL Renováveis e visa garantir o acesso e uso sustentável dos recursos hídricos, promovendo a convivência com o semiárido a partir da sustentabilidade ambiental e social de 4.045 agricultores de nove comunidades rurais no Rio Grande do Norte.

Seminário Internacional “Evidências e estratégias para prevenção de Crime & Violência no Ceará”

Reprodução Facebook Ceará Pacífico

 

Nos dias 21 e 22 de maio, o Diretor Executivo da Adel, Adriano Batista, esteve representando a instituição no Seminário Internacional “Evidências e estratégias para prevenção de Crime & Violência no Ceará”, no Gabinete da Vice-Governadoria do Ceará.

O Seminário é uma iniciativa do Pacto por um Ceará Pacífico em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Mundial. Durante os dois dias, representantes do setor público e privado discutiram propostas de ações estratégicas de prevenção ao crime e a violência no Estado.

Reprodução Facebook Ceará Pacífico

 

O debate foi dividido em três eixos de atuação: prevenção primária (escolas, esporte etc), prevenção secundária (Inteligência Policial e ações para pessoas em situações de vulnerabilidade) e prevenção terciária (ação policial direta contra a criminalidade). No primeiro dia aconteceu palestras com especialistas sobre experiências exitosas de prevenção e segurança pública de vários países. No segundo dia, representantes do Governo do Ceará apresentaram as ações do Estado e ocorreram oficinas e workshops para debates, discussões e proposições de encaminhamentos. A Vice-Governadora do Estado, Izolda Cela, participou durante os dois dias do evento.

As ações da Adel com jovens através do Programa Jovem Empreendedor Rural (PJER), com destaque para mais recente vertente do Programa, voltada para estudantes do Ensino Médio de escolas rurais – Projeto Jovens Empreendedores e Protagonistas Rurais nas Escolas, trabalha conceitos como direitos humanos e protagonismo, e, busca também a redução da vulnerabilidade de jovens expostos a situações de risco e de violência.

Infelizmente, a letalidade de adolescentes e jovens vem crescendo significativamente nas áreas rurais nos últimos anos. Isso afeta e impacta negativamente os jovens nas comunidades em que atuamos. Portanto, discutir a vulnerabilidade de jovens por exposição a situações de risco e violência é fundamental para promoção do desenvolvimento local.

Adriano Batista, Diretor Executivo Adel; Fabio Beneduce, Coordenador Geral ITEVA e Francisco Ibiapina, Secretário STDS, da esquerda para a direita

Para Adriano Batista, o evento foi um espaço extremamente proveitoso para levantar evidências e desenhar estratégias para a prevenção da letalidade dos adolescentes e jovens. “Foi uma grande oportunidade de conhecer os desafios relacionados ao tema e como a Adel pode impactar positivamente nesse cenário através de suas expertises”.

A Adel acredita que o empreendedorismo e o protagonismo são fundamentais para o desenvolvimento dos jovens rurais. Se desejamos que os jovens sejam agentes de desenvolvimento local, como empreendedores e inovadores em suas comunidades, é essencial que eles possam crescer e se desenvolver como pessoas de forma segura e menos vulneráveis a violência e riscos.

Modelo híbrido integra estratégia de atuação da Adel

 

*Por Glaucio Gomes

Diante do cenário de retração das atividades de filantropia no Brasil e no mundo trabalhar com modelos híbridos tem sido a aposta de muitas organizações sociais no Brasil para garantir sua sustentabilidade financeira. A Adel aderiu a esse modelo e alia as estratégias programáticas, sem fins lucrativos e orientadas totalmente para a missão com estratégias de novos negócios, em que as expertises da instituição são tratadas por seu valor agregado e oferecidas a clientes no formato de prestação de serviços de consultoria e assessoria em gestão do desenvolvimento local e gestão de impactos socioambientais em comunidades resilientes.

Criada em 2007 com a ideia de que era possível gerar valor para as atividades técnicas e especializadas para o desenvolvimento local, a Adel começou em 2016 a materializar este desejo quando estabeleceu sua primeira relação de negócio com um cliente para realizar serviços especializados de desenvolvimento local em comunidades no interior do Rio Grande do Norte, no Nordeste brasileiro.

Reconhecendo que uma relação comercial, puramente de negócios, exige um tipo de interação, cobranças e expectativas sobre qualidade e eficiência diferente de uma relação filantrópica, geralmente mais amena ou flexível, a Adel preparou-se para essas oportunidades técnica e administrativamente. Ao tratar de contratos com escala financeira e operacional significativamente maiores e com modelos de gestão, de relacionamento com stakeholders, de administração e de entrega de produtos e resultados específicos é necessário além de atender aos padrões do mercado, satisfazer o cliente a ponto de gerar propaganda espontânea.

Diferencial

E o sucesso dessa empreitada, pelo menos na Adel, tem sido o profissionalismo – o cliente não espera o mesmo que o doador ou que o investidor social. Ele não espera se relacionar com uma ONG, ou ter que se lembrar dessa diferença de tipo institucional – com e sem fins lucrativos. Para o cliente, o que importa é a relação entre custo, benefício e oportunidade. A seriedade, o profissionalismo e as garantias de qualidade e eficiência nas entregas devidas.

Um exemplo da seriedade conferida pela Adel a esse processo de transição para uma organização híbrida foi a criação de uma Diretoria de Negócios – especificamente criada para gerir projetos e contratos relativos a operações comerciais com clientes. Que foi ocupada por Wagner Gomes, empreendedor social da Rede Folha e fellow da Ashoka. Anteriormente, exercia a função de Diretor Executivo da Adel.

Certamente a maior ameaça gerada pela criação de um canal de relacionamento comercial com clientes em uma ONG é à sua consistência geral, sua dedicação e seu foco para sua missão. São vários os casos de organizações que criaram estratégias de negócios e implantaram em sua atuação que, em pouco tempo, se viram em dilemas entre seguir seus valores referentes à missão ou crescer empresarialmente, em sua frente comercial.

A Adel para “fugir” desse dilema deixa claro para si própria, como instituição, quais são os limites de sua atuação comercial e ao respeitar sempre esses limites. A instituição apresentou os serviços que oferecem ao mercado através de seu portfólio e as condições de oferta – ter alinhamento ético e técnico com a missão da instituição e levar em consideração, no desenho e na aplicação da estratégia e da metodologia de implantação seus valores centrais: empreendedorismo, protagonismo, cooperação e juventude. Houve casos, em negociações com clientes, em que negócios não foram fechados porque os desejos do cliente eram contrários a missão institucional.

A atuação negocial é uma estratégia efetiva de sustentabilidade institucional. É apenas uma outra estratégia para gerar impacto, assim como a nossa atuação tradicional – sem fins lucrativos, realizando projetos a partir de doações e investimentos sociais privados. Ambas as frentes trabalham para cumprirmos com nossa missão e respeitando nossos valores. A diferença é a maior flexibilidade na frente comercial para alinhar nossa prática e nossos expertises com as demandas apresentadas por nossos clientes. Enquanto em nossa frente programática nós escolhemos e propomos a parceiros e doadores o modelo e o local de incidência de nossa atuação, de modo discricionário.

O modelo de gestão implantado na instituição também é importante para evitar o dilema do crescimento da atuação comercial sobre as atividades relacionadas a missão. Na Adel os mecanismos de governança das áreas de negócios e programática são totalmente separados e específicos às necessidades e oportunidades de cada uma. Enquanto na área programática, existe uma equipe especializada e dedicada para pensar em projetos de impacto social por uma perspectiva metodológica própria com dinâmicas pedagógicas voltadas para o trabalho com as comunidades e com o território, a área de negócios conta com uma equipe especializada mais móvel, dinâmica e que está preparada para atuar gerindo e operacionalizando serviços em diferentes núcleos, territórios e comunidades, de acordo com as demandas e oportunidades apresentadas pelos clientes – e alinhadas com o portfólio. A própria cultura de relacionamento com esses dois tipos de stakeholders, doadores e clientes, é diferente e exige perfis profissionais distintos.

As áreas programática e de negócios são unidades de gestão separadas. Ambas as equipes interagem entre si, trocam conhecimentos, registram lições que aprendem em campo e em alguns casos se complementam em projetos específicos. Busca-se sempre a eficiência operacional. Em muitos casos, as equipes de uma área prestam serviços internos à outra área, por terem maior expertise em um assunto ou outro demandado em um projeto ou contrato. Mas as premissas que governam ambas as áreas são abertas e declaradamente específicas às suas configurações, para que sejam adequadas ao relacionamento com seus stakeholders chaves.

Tudo isso é possível na Adel porque houve planejamento e uma vocação institucional. A instituição investiu em profissionalização e promove uma cultura organizacional em que o dinamismo é chave para lidar com diferentes faces e formas de interação para cumprir sua missão. Por ser uma organização social de interesse público (OSCIP) todos os resultados financeiros positivos de operação, são investidos em atividades relacionadas à missão. Os saldos positivos das operações de negócios são transferidos para um fundo de manutenção e administração da Adel, que permitem que a estrutura da organização seja mantida para sua atuação na frente programática.

Com um faturamento de cerca de R$ 3 milhões por ano com contratos de negócios, os resultados financeiros positivos dessa operação permitem oferecer importantes contrapartidas institucionais e complementar doações e investimentos sociais privados para desenvolver a área programática e beneficiar, ainda mais jovens rurais, agricultoras e agricultores em comunidades resilientes.

Adel inicia oficinas do Projeto Jovens Empreendedores e Protagonistas Rurais nas Escolas

 

Ontem, 08 de maio de 2018, realizamos as primeiras oficinas do Projeto Jovens Empreendedores e Protagonistas Rurais nas Escolas. Iniciamos com a oficina Sustentabilidade e Convivência com a Caatinga na EEM Etelvina Gomes Bezerra, em Pentecoste.

No total, 49 adolescentes que cursam entre o 1º e 3º ano do Ensino Médio, participaram das atividades do projeto que ocorrem nos turnos manhã e tarde.

Os principais objetivos da oficina Sustentabilidade e Convivência com a Caatinga são compreender a dimensão territorial e a importância do bioma para o Brasil e o Nordeste brasileiro, e, refletir com os adolescentes os impactos ambientais sobre a Caatinga na região onde vivem.

Numa perspectiva de educação contextualizada e utilizando os princípios da cooperação e a valorização dos saberes tradicionais, nossa equipe promoveu durante a oficina um debate sobre a dimensão territorial da Caatinga, os impactos da ação do homem nesse território, e as possibilidades de recuperação e conservação do bioma.

 

Segundo Marleide Moreira, Coordenadora e Professora da Escola Etelvina Gomes Bezerra, o projeto traz perspectivas de futuro, pois através dele os jovens conhecem novas alternativas de permanência no meio rural após a conclusão do Ensino Médio. Ela acredita no protagonismo dos jovens e na capacidade de transformação em ambientes de resiliência.

Para o estudante Amom Matos, de 17 anos, a oficina lhe permitiu aprimorar os conhecimentos sobre o território onde vive. Ele acredita que os conceitos aprendidos e compartilhados serão de grande impacto no seu futuro.

Além dessa oficina, os estudantes participarão nas próximas semanas de mais cinco oficinas: Juventude e Direitos Humanos; Águas e Desenvolvimento do Semiárido; Juventude e Protagonismo Rural; Juventude e Empreendedorismo Rural; e, Inovação e Tecnologias Socioambientais.

Todas as oficinas acontecerão nos turnos manhã e tarde nas Escolas. Após esta etapa de formação, os estudantes participarão de um intercâmbio e de um seminário de conclusão do projeto, atividade em que os estudantes apresentarão para a comunidade escolar as soluções criativas que eles pretendem desenvolver em suas comunidades.

Ainda esta semana, nossa equipe inicia as oficinas em mais três escolas do território: EEM São Sebastião, Apuiarés (09 de maio); EEM Waldemar Alcântara, São Gonçalo do Amarante (10 de maio); e EEM Edite Alcântara Mota, General Sampaio (11 de maio).

O Projeto

 

O Projeto Jovens Empreendedores e Protagonistas Rurais nas Escolas, que é parte do portfólio de ações do Programa Jovem Empreendedor Rural (PJER), atua em escolas dos municípios cearenses de Pentecoste, Apuiarés, São Gonçalo do Amarante e General Sampaio.

Consiste em oficinas com estudantes e professores de escolas formais do Semiárido cearense, a partir da estratégia de introduzir temas como convivência sustentável, desenvolvimento local, empreendedorismo rural de jovens, protagonismo social, direitos humanos e convivência com o clima da região. São apresentados conceitos, ferramentas e abordagens, com o intuito de incorporar nos conteúdos formais e no dia a dia escolar valores e práticas relacionadas aos temas citados.

O Projeto é resultado de parcerias firmadas em 2018, com a Unesco (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) e Rede Globo através do Criança Esperança, e, com o Conselho de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ceará (CEDCA/CE). Conta com o apoio da Secretaria Estadual da Educação e Cultura do Estado do Ceará (SEDUC-CE).

Adel assina contrato com o ChildFund Brasil

 

Na última segunda-feira, 30 de abril, a Adel assinou o primeiro contrato com o ChildFund Brasil, organização que apoia através de seus projetos, crianças, adolescentes, jovens, famílias e comunidades em situação de risco social, para que possam exercer com plenitude o direito à cidadania.

O acordo feito com o ChildFund Brasil permite a elaboração de uma cartilha educativa sobre empreendedorismo e protagonismo para jovens, com idade entre 15 e 24 anos, de todo o Brasil. O acordo foi assinado pelo Diretor Executivo da Adel, Adriano Batista, após reunião em Fortaleza/CE, com o Diretor Nacional do Chilfund Brasil, Gerson Pacheco; Gláucio Gomes, Diretor de Desenvolvimento da Adel; e, Eduardo França, Gerente Financeiro do Chilfund Brasil.

A cartilha abordará os conceitos sobre empreendedorismo e sua relação com a prática, as oportunidades e potencialidades no cotidiano dos jovens em situação de resiliência. Será distribuída para os jovens da REJUDES (Rede de Juventudes em Defesa dos Seus Direitos Sociais) apoiada pelo Chilfund Brasil.

Segundo Gerson Pacheco, o ChildFund Brasil tem uma rede com 7,8 mil jovens sedentos por conhecimentos sobre empreendedorismo e essa é uma oportunidade para apoiá-los junto com a Adel.

Conheça os projetos do ChillFund Brasil em: https://www.childfundbrasil.org.br/