Seminário sobre empreendedorismo e protagonismo de jovens

 

Na próxima terça-feira (4), a Agência de Desenvolvimento Econômico Local (Adel) realiza o Seminário Todxs Podem Empreender: Empreendedorismo e Protagonismo de adolescentes e jovens em situação de resiliência. O evento, de caráter nacional, inicia a partir das 16h, no Teatro Celina Queiroz, localizado na Universidade de Fortaleza (Unifor), em Fortaleza, no Ceará.

O Seminário, que já se encontra com inscrições abertas, vai discutir sobre experiências exitosas que corroboram para que adolescentes e jovens em situação de resiliência possam dar o primeiro passo em relação ao empreendedorismo. Dentre as experiências que serão compartilhadas, destaca-se o Programa Jovem Empreendedor Rural (PJER) desenvolvido pela Adel há 10 anos em nove municípios do estado do Ceará.

A vivência do PJER foi inspiração para a produção do livro “Todxs Podem Empreender – Empreendedorismo e Protagonismo para adolescentes e jovens”, que será lançado durante o evento. O livro foi produzido pela Adel em parceria com o ChildFund Brasil, compartilha além de histórias de jovens empreendedores, os principais conceitos e informações necessárias para empreender.

O evento conta com palestrantes nacionais e locais. Helena Singer, Líder para a Estratégia de Juventude na Ashoka América Latina; Tião Rocha, Antropólogo, Educador Popular e Empreendedor Social; e, Gerson Pacheco, Diretor do ChildFund Brasil, estão entre os expositores do Seminário. A programação conta com dois painéis.

O primeiro painel aborda o tema “Empreendedorismo e inovação social por jovens e adolescentes no atual contexto brasileiro”, com a colaboração de Gerson Pacheco, Diretor do ChildFund Brasil; Dr. José Carlos Lázaro, Professor Associado da Universidade Federal do Ceará (UFC), líder do Grupo de Estudos em Inovação e Sustentabilidade (INOS/UFC); Gláucio Gomes, Diretor de Desenvolvimento da Adel; e, Emanuelly Oliveira, Fundadora e Diretora Executiva do Social Brasilis. A Profª Dra Daiane Mulling do PPG em Administração da UNIFOR será a mediadora.

“Educação para o empreendedorismo e protagonismo de adolescentes e jovens em situação de resiliência” será o segundo painel mediado pela Jornalista e Diretora da Agência Eco Nordeste, Maristela Crispim. Terá a participação de Helena Singer; Tião Rocha; Rogers Mendes, Secretário Executivo do Ensino Médio da SEDUC/CE; e, Sabrina Santos, Jovem Empreendedora e idealizadora da Flor do Sertão.

O evento vai congregar diversas instituições e pessoas interessadas na temática e promover a discussão, o debate e a difusão de conhecimentos e experiências atuais que trabalham com empreendedorismo e protagonismo social de adolescentes e jovens no Brasil. Participarão empreendedores, pesquisadores e estudiosos brasileiros para pensar as multiplicidades de empreendedores, os processos de formação destes jovens, desafios e soluções desenvolvidas em espaços de alta resiliência, tanto rurais quanto urbanos.

O evento tem como parceiro o ChilFund Brasil e os apoios da Universidade de Fortaleza (Unifor) e da Universidade Federal do Ceará (UFC) por meio da Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade (FEAAC).

Faça sua inscrição: https://forms.gle/7YaZxV6jD8PULAgc8

Jovens selecionados para etapa avançada do PJER

Programa Jovem Empreendedor Rural, turma de 2016

A Agência de Desenvolvimento Econômico Local (Adel), anuncia a lista de classificados para a etapa avançada do Programa Jovem Empreendedor Rural (PJER). Esta etapa do PJER é composta por diversas atividades de formação, assessoria e mentoria que vão auxiliar o desenvolvimento de seus projetos.

O processo seletivo é composto por três fases: preenchimento da ficha de inscrição on-line, presença obrigatória na reunião de apresentação do Projeto e uma entrevista escrita, realizada na mesma data e local das reuniões. Os três procedimentos são classificatórios e eliminatórios.

Os jovens empreendedores rurais selecionados após a etapa de inscrição on-line, participarão da reunião de apresentação do projeto com a equipe de Programas da Adel. A reunião ocorrerá em três locais e datas distintas, abrangendo três microterritórios dos municípios de atuação do PJER (Apuiarés, Caucaia, General Sampaio, Paracuru, Pentecoste, São Gonçalo do Amarante, São Luís do Curu, Tejuçuoca e Umirim).

A primeira reunião ocorre no dia 22 de maio, em São Gonçalo do Amarante, envolvendo jovens deste município, de Paracuru e Caucaia. Já a segunda ocorre no dia 23 de maio, em São Luís do Curu, envolvendo jovens deste município, de Umirim e São Gonçalo do Amarante. Por último, o terceiro encontro será realizado no dia 24 de maio, em Pentecoste, com jovens deste município e dos municípios de Apuiarés, General Sampaio e Tejuçuoca.

Após a participação nos encontros presenciais será divulgada a lista dos 60 selecionados que farão parte do Projeto. Em seguida, haverá uma visita in loco da equipe de Programas.

Reuniões agendadas:
Quarta-feira, 22/05, 9h – São Gonçalo do Amarante: Patronato Cleide Alcântara, Rua Cecília Procópio, 161.

Quinta-feira, 23/05, 9h – São Luís do Curu: Associação Comunitária Cultural Educacional e Agrícola do Vale do Curu (ACCEAVC), Rua Hugo Rocha, 33, Centro.

Sexta-feira, 24/05, 9h – Pentecoste: Centro de Formação do Jovem Empreendedor Rural da Adel, Rua Francisco Nunes, 316, Acampamento.

 

Etapa avançada do PJER

Jovens Empreendedoras Rurais, turma de 2016

Essa etapa avançada do Programa Jovem Empreendedor Rural (PJER) busca ampliar as capacidades técnicas, de gestão e de atuação de jovens empreendedores rurais beneficiados pelo Programa. Os jovens participarão ao longo do ano de formações e terão acesso a um conjunto de ferramentas, informações e conhecimentos considerados essenciais para o desenvolvimento de um negócio ou de um projeto de impacto social em meio rural.

Na formação avançada, os jovens vão estudar sobre estratégias, finanças, marketing, gestão, dentre outros temas. Além do processo formativo, os empreendedores terão assessoria da Adel e participarão de seminários e feiras com foco na linha de atuação de cada projeto.

Os jovens também receberão apoio no desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais (APLs). Uma vez esboçados, a Adel auxiliará nos estágios de planejamento, estruturação e organização administrativa, jurídica e contábil destas iniciativas a fim de contribuir com o desenvolvimento do território.

Respeito à diversidade

Turma do Projeto Diversidade e Empreendedorismo de Jovens Rurais

*Por Aurigele Alves (Diretora de Programas Adel)

Dezessete de maio virou símbolo da luta por direitos humanos e pela diversidade sexual, contra a violência e o preconceito. Mesmo o dia de hoje, sendo um marco na defesa pelos direitos da população LGBT+, discutir sobre sexualidade está longe de ser visto como algo necessário. Precisamos compreender que debater sobre diversidade é defender o direito à vida. Todos os dias pessoas diferentes são afetadas pela ausência de políticas públicas, têm seus direitos negados e as suas vidas são ameaçadas.

Somos empurradas para o abismo dia após dia. Oportunidades quase nunca chegam, a absorção da mão de obra LGBT+ no mercado de trabalho é muito pequena e a sensação que temos é que, quando assumimos nossa identidade, automaticamente as “portas” são fechadas. É fato que existe uma mudança acontecendo timidamente. Diversas empresas e organizações têm criado e investido em programas de apoio e incentivo ao desenvolvimento de pessoas LGBT+. É interessante e devemos reconhecer a importância disso, mas não podemos esquecer que muitos (as) travestis e transexuais ainda se prostituem porque não conseguem trabalho, mesmo quando têm bons currículos. Muitos (as) LGBT+ omitem a sua sexualidade no ambiente de trabalho por medo de sofrerem preconceito ou mesmo perderem o emprego.

Com isso, uma boa alternativa para mitigar esse desafio, é estimular e apresentar o empreendedorismo como um caminho para a inclusão socioprodutiva da população LGBT+. Ao mesmo tempo em que nossos talentos, as habilidades e vocações são empenhadas na realização de sonhos, é possível termos maior autonomia e liberdade para sermos quem gostaríamos de ser. São em iniciativas como a da Agência de Desenvolvimento Econômico Local (Adel), por meio do projeto Diversidade no Empreendedorismo de Jovens Rurais, e de centenas de outras organizações que trabalham incansavelmente para que a população LGBT+ conquiste maior visibilidade, que acreditamos. A luta continua fundamental pela garantia dos nossos direitos, pela ressignificação da liberdade e principalmente pela geração de oportunidades, respeito e reconhecimento enquanto cidadãos.

Publicado originalmente no Tribuna do Ceará.

Seminário Desafios para inclusão socioprodutiva de jovens LGBT+ no Ceará

Dediane Souza, Labelle Rainbow e José Carlos Lázaro, da esquerda para a direita

A Agência de Desenvolvimento Econômico Local (Adel) realizou na última segunda, 13/05, no Espaço de Formação de Empreendedores, no bairro Ombreira, Pentecoste (CE), o Seminário Desafios para inclusão socioprodutiva de jovens LGBT+ no Ceará.

Participaram do Seminário Dário Bezerra, Ativista LGBTI+ não-binárie, integrante da Coordenação de Projetos do Grupo de Resistência Asa Branca (GRAB); Dediane Souza, Coordenadora Executiva da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da Prefeitura Municipal de Fortaleza; José Carlos Lázaro, Professor da Universidade Federal do Ceará (UFC); e, Labelle Rainbow, Travesti, Negra, que coordena, desde 2008, o For Rainbow Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual.

O Seminário marcou o início das atividades de formação do Projeto Diversidade e Empreendedorismo de Jovens Rurais que integra o portfólio de atuação do Programa Jovem Empreendedor Rural (PJER) e beneficia 28 jovens de cinco municípios no Ceará – Apuiarés, Paracuru, Pentecoste, São Gonçalo do Amarante e Tejuçuoca. Foi um momento rico em aprendizagem que abordou questões imprescindíveis à luta da população LGBT+, como o acesso a políticas públicas e a inclusão socioprodutuvita.

Dediane Souza, destacou que a garantia de direitos da população LGBTs é um desafio, pois ainda são poucos os equipamentos nacionais, estaduais e municipais que atendem a este público em contextos de vulnerabilidade social. “É preciso fortalecer a rede de proteção e promoção à cidadania LGBT, a gente vem primeiro erradicando a violência institucional, ela ainda é uma demanda de enfrentamentos”.

Para Dário Bezerra, da Coordenação de Projetos do GRAB, organização que atua há 30 anos em Fortaleza, na luta pelos Direitos Humanos da população LGBTI+ e de pessoas que vivem com HIV/Aids, pautar a inclusão socioprodutiva é necessário. “A gente ainda tem que discutir garantia de direitos e inclusão socioprodutiva para LGBT, mercado de trabalho, educação e saúde, por que somos pessoas ainda vistas como uma patologia pela sociedade. Existe uma conjuntura Mundial que é muito sutil, uma relação de poder, assim como o racismo que privilegia algumas populações em detrimento das nossas”.

A LGBTfobia é uma questão estrutural e poucas pessoas LGBT+, mesmo quando têm bons currículos, conseguem acesso ao mercado de trabalho formal. Segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), cerca de 90% das travestis e transexuais, da área de atuação da associação, admitiram se prostituir ao menos em algum momento da vida por não conseguirem um trabalho, o que aumenta a vulnerabilidade destas pessoas que estão em contexto de rua, tornando-as mais expostas a atos de violência. Dos LGBT+ que conseguem empregos formais, mais de 40% omitem sua sexualidade no ambiente de trabalho por medo de sofrerem preconceito ou mesmo serem demitidos.

Prof. José Carlos Lázaro (UFC)

O Prof. José Carlos Lázaro que pesquisa sobre diversidade, inovação e sustentabilidade ressaltou que a diversidade é uma riqueza e lamentou por existir poucos espaços para discussões positivas. “A sociedade tem uma visão de mundo estável e existe batalha para aceitar as diferenças, existe essa batalha porque existe gente que não quer ver o mundo diferente, propagar o conhecimento, as pessoas não podem sobrepujar seus valores individuais e egoístas sobre as outras pessoas, e a gente tem que acelerar isso. Eu reitero a importância da Adel e do empreendedorismo nesse Projeto, é uma força que pode germinar neste local, as pessoas comecem a pensar que todos têm direito à liberdade”.

A grande estratégia e desafio a ser enfrentado pela população LGBT+ segundo Labelle Rainbow é entender que a diversidade, as diferenças não são defeitos. “É por meio das diversas formas de amor e a busca pela liberdade que a gente vai seguir construindo e fazendo transformações, acreditando que é possível, a gente tá aqui fazendo e acontecendo, é possível sim lutar pelos Direitos Humanos e nós seguimos nessa luta”.

O Seminário foi mediado por Aurigele Alves, Diretora de Programas Adel e contou com a atração musical de Hesse Santana, junto com três companheiras que compõem o Projeto Casa das Negas, um espaço em Fortaleza, para fruição, apoio e cultura para mulheres negras LGBT+. Também participaram do evento: Eliseu Joca, Secretário de Agricultura de Tejuçuoca; Wilton Castro, representante do Conselho Tutelar no município de Paracuru; e, Nonata Duarte, Técnica de Referência de Núcleo de Diversidade Sexual LGBT (NUDES) do município de Apuiarés.

O Projeto Diversidade e Empreendedorismo de Jovens Rurais é a primeira iniciativa da Adel com foco exclusivo para a população LGBT+. É fruto do edital nacional LGBT+ Orgulho viabilizado pela parceria entre Itaú e Mais Diversidade, que visa incentivar o desenvolvimento de iniciativas que auxiliem e estimulem a visibilidade, segurança e respeito às pessoas LGBT+.

Para Carla Moura, 25, mulher trans do município de Apuiarés, participar do Projeto é uma oportunidade para difundir conhecimentos para outras mulheres. “Ter essa vivência de estar em grupo com outras pessoas LGBTs e trazer um retorno socioeconômico para mim e meu município e que eu possa enxergar outras possibilidades de inclusão de mulheres trans é essencial. O seminário foi muito construtivo, ver exemplos de mulheres trans que estão na luta, me mostrarem que eu sou capaz. Eu acho que a gente tem nas mãos as ferramentas certas para melhorar”.

Produção de galinha caipira contribui para o desenvolvimento de comunidades rurais

Oficina sobre produção de galinha caipira, realizada em Tubiba, Touros (RN), as oficinas formativas buscam a ampliação de capacidades pelos beneficiários

Há um ano a Agência de Desenvolvimento Econômico Local (Adel) executa as atividades do Programa EDP Renováveis Rural, da EDP Renováveis, em quatro comunidades rurais dos municípios de Jandaíra e Touros no Rio Grande do Norte. Dentre os 40 beneficiários do Programa, 17 famílias foram contempladas com unidades experimentais para produção de galinha caipira.

A produção de galinha caipira é uma atividade típica da agricultura familiar, praticada muitas vezes sem os cuidados necessários para um bom desenvolvimento da atividade. Infelizmente, poucas famílias no semiárido conhecem as principais práticas que podem contribuir com a sustentabilidade da avicultura.

A criação de galinha caipira precisa de atenção constante, com realização de limpeza regular de comedouros e bebedouros para evitar a presença e proliferação de doenças. Outros pontos que devem ser avaliados são o manejo produtivo, os cuidados com a alimentação e a finalidade da criação (para a produção de ovos, carne ou ambos), requisitos fundamentais para obter bons resultados econômicos.

Gonçalo Francisco, agricultor e avicultor de Zabelê, Touros (RN)

A Adel, por meio do Programa EDP Renováveis Rural, discute com as famílias técnicas de produção de galinha caipira que possibilitam um manejo sustentável da atividade. Na comunidade Zabelê, seu Gonçalo Francisco, 78, já destaca que os usos das práticas sugeridas nas oficinas e assessorias do Programa EDP Renováveis Rural, realizadas pela Adel, têm contribuído positivamente para o desenvolvimento da atividade. “A criação de galinha caipira tem futuro desde que se saiba trabalhar. Agora a gente tem que seguir as orientações dos técnicos pra dar certo e melhorar nossa situação”, destaca Gonçalo.

Sobre o Programa
O Programa Social EDP Renováveis Rural é uma iniciativa da EDP Renováveis Brasil que busca fortalecer a atuação dos produtores que vivem no entorno dos complexos eólicos da empresa. Atualmente está na sua segunda fase que é executada pela Agência de Desenvolvimento Econômico Local (Adel), em quatro comunidades nos municípios de Touros e Jandaíra, no Rio Grande do Norte, no entorno dos parques eólicos JAU e Aventura 1.

Adel divulga resultado de seleção do Projeto Diversidade e Empreendedorismo

 

A Agência de Desenvolvimento Econômico Local (Adel) torna público o resultado referente a seleção de jovens para participarem do Projeto Diversidade e Empreendedorismo de Jovens Rurais, primeira iniciativa da organização com foco exclusivo para a comunidade LGBT+ e que integra o portfólio de atuação do Programa Jovem Empreendedor Rural (PJER).

Cerca de 60 jovens dos municípios de Apuiarés, Paracuru, Pentecoste, São Gonçalo do Amarante e Tejuçuoca, participaram do processo seletivo. Após análise das fichas de inscrições a Adel entrevistou 37 inscritos e destes, 28 foram selecionados para participar do Projeto.

O Projeto Diversidade e Empreendedorismo de Jovens Rurais busca contribuir com o acesso de jovens LGBT+, a conhecimento, crédito, redes colaborativas e tecnologias que lhes permitam empreender e permanecer com qualidade de vida em suas comunidades.

Aurigele Alves, Diretora de Programas da Adel, relata que durante a seleção teve a oportunidade de conhecer ainda mais o contexto em que vivem os jovens LGBT+ no território. “Tive a chance de conhecer melhor a realidade dessa comunidade, a ausência de perspectivas. A grande maioria não concluiu o Ensino Médio e isso foi um dos principais desafios na seleção”.

O Projeto selecionou jovens com idade entre 18 e 32 anos, com Ensino Médio e com residência em um dos cinco municípios de abrangência da iniciativa. As atividades do Projeto iniciam na próxima segunda-feira (13) no Espaço de Formação de Empreendedores, em Pentecoste.

O Projeto Diversidade e Empreendedorismo de Jovens Rurais foi selecionado no edital nacional LGBT + Orgulho do Itaú. O LGBT + Orgulho visa incentivar o desenvolvimento de iniciativas que auxiliem e estimulem a visibilidade, segurança e respeito às pessoas LGBT+. Conta com a consultoria da Mais Diversidade.

Confira a lista de jovens selecionados.

O Programa Jovem Empreendedor Rural (PJER)

O Programa Jovem Empreendedor Rural (PJER) foi criado pela Adel em 2009. Consiste na aliança entre quatro (4) componentes: acesso a conhecimento, crédito orientado, apoio no fortalecimento organizativo e acesso às tecnologias de informação e comunicação. Mais de 1000 jovens empreendedores já foram apoiados pelo Programa e cerca de 90% desses jovens permanecem em suas comunidades. Este ano o PJER se encontra também em processo de expansão para o Amazonas.